
No final de 2020, ele ficou em segundo lugar no pleito vencido por Duilio, deixando Gobbi em terceiro. Desde então, Augusto, antes mais conhecido no Corinthians como Tio, não parou de fazer campanha, segundo conselheiros de diferentes correntes.
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“Não é que ele não parou de fazer campanha. O Augusto deu continuidade ao trabalho de conhecer todos os departamentos e saber as necessidades de cada um. Ele fez um trabalho diário no Parque São Jorge para saber o que o associado precisa”, disse o conselheiro vitalício Rubens Gomes, que atua na campanha de Augusto.
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“Hoje, as pessoas param o Augusto no clube para tirar foto com ele. Isso foi conquistado aos poucos, com ele procurando saber as necessidades do clube para tentar resolvê-las”, completou Gomes.
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O aliado do candidato oposicionista entende que o desgaste do Renovação e Transparência entre os sócios também ajudou Tio a aumentar sua musculatura política. Além do desejo de mudança, conselheiros apontam como fundamental para o oposicionista chegar forte ao pleito o fato de a oposição ter se juntado em torno de sua candidatura e de nenhum dissidente dos dois lados lançar uma terceira via.
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Na análise de membros do Conselho Deliberativo, a temporada fraca do time masculino de futebol também prejudicou o candidato situacionista, consequentemente, ajudando Augusto. Ao contrário de seus colegas no RT que foram presidentes, Duilio sairá da sala presidencial pela última vez neste mandato sem conquistar um título. A última taça levantada pelo Alvinegro foi a do Paulistão de 2019, com Andrés na presidência. Além disso, o time ainda tenta se distanciar da zona de rebaixamento do Brasileirão e na véspera da eleição foi goleado por 5 a 1 pelo Bahia, em Itaquera.
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Nesse ponto, não ter passado pelo departamento de futebol profissional masculino corintiano não é uma desvantagem para André.
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