Cada museu tem uma experiência a ser vivida pelos pequenos visitantes ou por toda a família. Esta é a proposta, por exemplo, da Parci Parla, especializada em passeios para crianças na capital francesa.
“A visita é para as crianças, mas é também para a família. O objetivo é a diversão com arte. Eu tento mostrar para as crianças que o museu é o único lugar no mundo que a gente pode viajar no tempo no espaço. Então a diversão já é essa brincadeira de entrar em um lugar que tem uma magia, em que cada porta do museu faz a gente viajar em um ritual de passagem”, descreve Aureliana Gardeaux, idealizadora da agência.
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Para garantir uma plena imersão durante as visitas, Aureliana adapta referências históricas e também o vocabulário para melhor se comunicar com o público infantil. “Eu falo na linguagem em que elas [as crianças] estão acostumadas hoje, como games, por exemplo, Netflix, telas. Pergunto porque a gente fica horas e horas ‘assistindo’ um quadro, eu não falo ‘olhando’ um quadro”, ela explica.
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Monalisa
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Durante sua visita ao Louvre, Helena, de 8 anos, adorou a oportunidade de ver de perto a peça mais visitada do museu, a Monalisa, de Leonardo Da Vinci. Mas ela parece ter ficado um pouco decepcionada com o tamanho da obra. “Eu achei que ela era muito bonita, mas menor [do que imaginava].”
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Para a irmã mais velha, Mariana, de 11 anos, ter a oportunidade de explorar a história da arte nos museus, como já havia estudado antes na escola, foi única. “Eu acho muito mais interessante poder ver [as obras] pessoalmente do que pelo livro de história. Eu queria poder voltar para ver o Louvre todo”, se programa a pequena visitante.