
A Splash, o tiktoker contou que o cosplay o fez se sentir aceito após vários anos sem conseguir sequer mostrar seu rosto. O contato com as novas gerações de fãs de cultura pop, que também lotam eventos geeks, o incentiva a inovar em suas roupas e continuar exibindo a sua paixão por filmes e séries.
Para Dames, que compartilha a paixão por cosplay com sua esposa, a CCXP é uma oportunidade para a velha geração realizar sonhos antigos: “Antes nós ficávamos babando com os eventos realizados nos Estados Unidos, já que aqui não tinha nada. Quando começou, a comunidade se uniu e criou uma atmosfera incrível, que permite a participação de toda a família.”
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O veterano, que em sua vida particular trabalha como designer, considera a cultura do cosplay positiva para o mundo. “Aqui todo mundo está feliz, ninguém está brigando ou fica pensando em coisas de fora. Vir para cá [CCXP] traz um sentimento de felicidade, a união de todo mundo que pode ser criança de novo por algumas horas.”
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É este sentimento de felicidade que continua influenciando Shimoyama a abraçar o mundo geek e a cultura de cosplay. Para o tiktoker, foi a liberdade de ser quem ele quisesse que salvou sua vida.
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“Eu comecei [a fazer cosplay] por causa da depressão. Cheguei a um ponto em que quase cometi suicídio. Eu tive que fazer tratamento e recorri ao cosplay para me curar. Eu não consegui mostrar meu rosto por 30 anos e hoje consigo mostrar por causa desta cultura. Eu me senti aceito. Para mim, isso é cura.”
Roberto Tadeu Shimoyama em entrevista a Splash
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