‘Grosseiro’, ‘teimosia’ e mais: ex-árbitros detonam juiz de jogo do Santos


João Paulo Araújo: “Eles estão confundindo esse negócio de braço aberto e braço fechado. Não é possível. Isso é um movimento natural, o Dodô não sabia onde estava a bola. Se ele estivesse vendo a bola, aí sím… mas ele estava de costas e em movimento natural. A bola passou nas costas dele. Não tem como marcar um pênalti desse. O Wagner está totalmente equivocado. Como o cara de costas vai saber para onde a bola vai se ele está na jogada? O movimento é natural de equilíbrio do jogador, se ele não faz isso, ele cai. Eu não daria esse pênalti.”

Emidio Marques: “Em momento algum tenho dúvidas: não houve pênalti. Foi um toque acidental da bola no braço do Dodô. Ele não foi com o braço de encontro a bola com toque intencional e nem ampliou o seu espaço físico com os braços para tirar vantagem. Foi um susto do árbitro. Não tinha convicção e foi pressionado pelo VAR, que também não concordava, como eu, com a marcação do pênalti. O Wagner teve oportunidade de rever a decisão e, mais por teimosia do que por convicção, confirmou a marcação inicial. Outro absurdo é a partida ficar paralisada por mais de cinco minutos.”

<!–>

Novas polêmicas

–>

O jogo ainda teve ao menos outras duas polêmicas envolvendo a arbitragem de Wagner Magalhães.

<!–>

Uma delas ocorreu na expulsão de Willian Farias, do Coritiba, ainda no 1° tempo: o meio-campista tomou amarelo por reclamar justamente em meio à paralisação do lance do pênalti e, nos minutos finais da etapa inicial, deixou o gramado após novo cartão, desta vez por falta em Lucas Lima.

–>

Ainda houve tempo para um gol anulado: já na parte final do duelo, Marcos Leonardo faria uma pintura no que seria o 3° gol do Santos, mas o lance acabou invalidado por um impedimento milimétrico analisado pela equipe do VAR.


Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *