
O magnata da tecnologia Bryan Johnson, 46, que ficou famoso por conta do seu projeto Blueprint para tentar retardar o envelhecimento do corpo, foi assunto nas redes sociais nesta semana com uma nova foto de seu “rosto de bebê”, alegando que sua pele tem a aparência de alguém de 28 anos. No entanto, os usuários das plataformas não ficaram impressionados, conforme relato do Daily Mail.
A foto é uma atualização do Projeto Baby Face, que ele iniciou há 10 meses e gira em torno do rejuvenescimento de seu rosto com técnicas extremas de bem-estar.
Em sua postagem, Johnson escreveu: “Fiquei muito magro no primeiro ano do Blueprint e perdi muito volume facial. Iniciamos o Projeto Baby Face há 10 meses. Como estamos?”
Mas os usuários das redes sociais não ficaram impressionados. Um deles disse que “ele literalmente parece ter a sua idade”.
“No momento, sua pele parece inumanamente pálida, o que é desagradável para a maioria, por mais superficial que seja’”, disse outro. Um terceiro usuário comentou: “A qualidade da pele é excelente, mas a cor pálida faz você parecer muito mais velho”.
Projeto Blueprint
Johnson afirma que sua dieta diária Blueprint consiste em tomar de 50 a 60 comprimidos, monitorar suas ereções noturnas, fazer exercícios matinais de alta intensidade e uma terapia de luz azul que ele usa como cronômetro para meditar. Ele gasta cerca de US$ 2 milhões por ano nos tratamentos.
Ele se deita de costas todas as manhãs e coloca uma máscara contendo uma luz azul em seu rosto para estimular o crescimento de colágeno, controlar manchas e dar-lhe a aparência chamada de “rosto de bebê”.
“A maioria das pessoas presume que a morte é inevitável. Estamos basicamente tentando prolongar o tempo que temos antes de morrer”, disse Johnson à TIME em setembro.
Embora Johnson possa estar satisfeito com a direção que sua aparência tomou, muitos especialistas não concordam.
“A morte não é opcional, está escrita em nossos genes ‘, disse o Dr. Pinchas Cohen, reitor da Escola de Gerontologia Leonard Davis da Universidade do Sul da Califórnia, ao canal. “Não há absolutamente nenhuma evidência de que isso seja possível”, disse Cohen, “e não há absolutamente nenhuma tecnologia neste momento que sequer sugira que estamos indo nessa direção”.
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