Mesmo com CR7, Neymar e Benzema, o futebol árabe é um tremendo fracasso de público


A chegada de Neymar, Benzema & Cia no futebol árabe, ao contrario do que muitos poderiam imaginar, tem sido um fracasso de público. A verdade é que, com os investimento estratosféricos que os clubes árabes estão fazendo, todos os holofotes estavam voltados para a Saudi Pro League. 

Segundo o jornal britânico ‘The Times’, “mais de 750 milhões de libras (aproximadamente R$ 4,5 bilhões) foram gastos, enquanto jogadores como Neymar, Sadio Mané e Riyad Mahrez seguiram Cristiano Ronaldo na assinatura de acordos lucrativos com clubes sauditas”. E depois complementa com uma pergunta: “Mas quantos os estão observando nas arquibancadas?”

Enquanto o Al-Ettifaq, de Steven Gerrard e Jordan Henderson, perdeu por 1 x 0 para o Al-Riyadh, no fim de semana, apenas 696 pessoas compareceram. Não foi a única partida da competição que atraiu um público insignificante nesta temporada.

O Al-Ittihad, campeão da Saudi Pro League, registrou a maior média de público até agora (29.044). As contratações do vencedor da Bola de Ouro Karim Benzema, N’Golo Kanté e Fabinho aumentaram a sua popularidade no exterior, mas o número de torcedores ainda fica aquém da média de 40.453 alcançada na temporada passada.

O Al-Hilal, que conquistou um recorde de 18 títulos da Saudi Pro League, sediou a partida com maior público nesta temporada. Havia 59.600 pessoas no Estádio Internacional King Fahd para o jogo contra o Al-Fayha, em 19 de agosto, no dia em que o brasileiro Neymar foi apresentado oficialmente como jogador do Al-Hilal.

Menos de 200 pessoas…

A menor torcida da temporada até agora foi no jogo do Al-Riyadh contra o Al-Okhdood, com apenas 133 torcedores no Estádio Prince Faisal bin Fahd, com capacidade para 15.000 lugares.


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O Al-Taawoun ocupa a maior parte do seu estádio, com 98,8% da capacidade para 5.961 pessoas ocupadas, em média. O time está em segundo lugar na liga, atrás do Al-Hilal.

O futebol árabe, apesar de todo o investimento que vem sendo feito, ainda vai demorar muito para se tornar um esporte realmente popular, conclui. ‘The Times’.

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