
Em campo, uma demonstração do que é existir: dor, desespero, prazer, êxtase, tragédia, amor, entrega, erros e acertos.
Comecemos pelos perdedores: quem não estaria revoltado? De imediato, culpamos os outros diante do nosso fracasso. É assim a vida. E há razões: a arbitragem errou. Errou feio. Outra vez. Mas, logo depois de expulsar o excelente Adryelson, a mesma arbitragem marcou um pênalti para o Botafogo. Nesse instante poderia ficar 4×1 no placar. Tiquinho Soares perdeu o pênalti e o jogo, sob o ponto de vista botafoguense, desandou.
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O Botafogo não soube ganhar. E tampouco respeitou o futebol como seria preciso respeitá-lo: poderia ter feito 5×0 no primeiro tempo mas, por certa displicência, achou que dava para ampliar no segundo tempo. Era passeio. Era balie. Era atropelo. E o jogo virou.
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O que fazer agora?
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Tragédia. Desespero. Energia para juntar os cacos e seguir. O time ainda é líder. Falta pouco. Agora é se segurar na vontade, no brio, na coragem, no emocional. O Botafogo vai ser capaz? Não sabemos. Seu CEO não parece apto a ser o líder. Lucio Flavio tampouco. Quem se habilita? Vai ser preciso uma liderança nessa reta final.
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Agora vamos mudar o POV, como se diz no TikTok: ao Palmeiras.